| |
Entrevista com Carlos Fabián Camargo Guerrero, fundador da Andinistas
Gostei muito de entrevistar o Carlos Fabián, que nos abre o cortação falando não só de tipografia e design, mas da motivação pessoal no seu fazer, aquilo que muitos de nós sentimos em nossa profissão, Carlos nos conta sua trilha como se fosse o personagem de Poe em Meu Coraçãi Desnudado. Acompanhem a entrevista na integra aqui.
Carlos Fabián Camargo Guerrero nasceu em 1977 em San Cristóbal Estado Táchira, Venezuela. Designer Gráfico graduado em 1998 no Instituto Tecnológico Antonio José de Sucre Extensión Mérida, Venezuela. Trabalhou como diretor de arte em distintas agencias de publicidade tais como Mccann Ericsson e Leo Burnett-Venezuela, Ogilvy One e SSA Bates-Colômbia. Em 1998 junto a Lennyn José Salinas Albarrán e Jorge Alexander Camargo Guerrero (seu irmão) funda os Andinistas. Em 2003 se estabelece em Bogotá, Colômbia. Em 2006 os Andinistas se dissolvem (1) ficando unicamente Carlos Fabián à sua testa. Atualmente ele se especializa no design de fontes.
Me gusto mucho entrevistasr a Carlos Fabian que nos abre su corazón habalndo no slo de motivación personal en su quehacer, aquellos que todos sentimos de nuestra profesión:
Carlos Fabián Camargo Guerrero nació en 1977 en San Cristobal, Venezuela, se gradue en 1998 en Mérida y trabajó en distintas agencias de publicadad en Venezuela y Colombia, en 1998 funda con Lenin Salinas y Jorge Camargo, los Andinista. Hoy solo el está a cargo de la misma.
Esta radicado en Colombia desde 2003 Actualmente él se especializa en el diseño de fuentes al por
mayor y por encargo.
PW
Quando e por que começaste a fazer tipografia?
Na primeira agencia de publicidade em que trabalhei, consegui um exemplar de uma revista de design chamada Matiz. Nela sublinhavam as qualidades do software Fontographer. Causou-me curiosidade e consegui uma copia e graças a este programa pude digitalizar algumas de minhas idéias que tinha em papel. Logo junto a meu irmão Jorge e meu amigo Lennyn comecei a publicar arquivos JPG, GIF, MOV, FLASH com minhas fontes funcionando em um site web que chamamos Andinistas.
Desde criança sempre gostei dos quadrinhos e das historias de ficção cientifica. Cresci vendo Mazinger, Robotech, Astroboy, Ultraman, Zaguamura, Transformers, Samed e muitos outros. O trabalho de meu avô paterno também influiu em meu interesse por desenhar. Meu avô construiu com madeira em tamanho real um helicóptero, um carrossel, um automóvel... Ele passou a vida no quintal de sua casa desenhando e construindo coisas. Sua paixão pela invenção, pela mecânica e os aviões de controle remoto fizeram que aos meus oito anos de idade eu quisesse ser como ele. Minhas brincadeiras favoritas foram um caderno e um lápis com os quais desenhava inventos como robôs, aviões e naves espaciais.
En la primera agencia de publicidad en la que trabajé, conseguí unejemplar de una revista de diseño llamada Matiz. Ahí subrayaban lasbondades del programa fontographer. Me causó curiosidad y conseguí una
copia y gracias a dicho programa pude digitalizar algunas de mis ideas
ue tenía en papel. Luego junto a mi hermano Jorge y mi amigo Lennyncomencé a publicar archivos JPG, GIF, MOV, FLASH con mis fuentesfuncionando en una página web a la que denominamos andinistas.
De muy niño siempre me gustaron los comics y las historias de cienciaficción. Crecí viendo a Daiapolón, Mazinger, Robotech, Astroboy,Ultramán, Zaguamura, Transformers, Samed y muchos otros. El trabajo de
mi abuelopaterno, también influyó en mi interés por dibujar. Mi abueloconstruyó en madera y a tamaño real un helicóptero, una rueda deChicago, un carrusel, un automóvil, etc. Él se pasó la vida en el patio
de su casa diseñando y construyendo cosas. Su pasión por la invención,
a mecánica y los aviones a control remoto hicieron que a mis 8 años yoquisiera ser como él. Mis juguetes favoritos fueron un cuaderno y unlápiz con los que jugaba a dibujar inventos como robots, aviones y naves
espaciales.
En el colegio las materias en las que más me destaqué fueron las relacionadas con dibujo y música. Yo siempre me ofrecía y hacía lascarteleras y rótulos para las exposiciones en grupo. Las últimas hojas
de mis cuadernos y la puerta de mi habitación vivían llenas de tinta,stickers, letras y dibujos. La plata diaria que me daban mis papás parael colegio la ahorraba para comprar música. Así intercambiaba con mis
amigos mis discos viejos por nuevos. Pasaba fines de semana enterosgrabando LPs originales en cassetes. Me gustaba reducir el tamaño de lasportadas de los LPS al tamaño de las cajas de los cassetes utilizando
fotocopias blanco y negro, para luego intervenir con colores y forrar las portadas con papel contac transparente. La que más recuerdo es laque tenía la cruz con calaveras del álbum Appetite For Destruction deGuns N Roses. También recuerdo las de Iron Maiden, Nirvana, Pearl Jam,
Napald Death, Monstrocity, Sepultura, Metallica, Alice Cooper, OzzyOsbourne, Sacred Reich, Pantera, Sound Garden, The Cure, The Clash,Polla Records, Exploited, Sonic Youth, Def Leppard, Cinderella, Poison,Motley Crue, etc. Mi favorito; una banda de punk colombiana llamada"Mutantex". Uno de los recuerdos más gratos que tengo es cuando se meocurrió hacer la portada para un cassette de betamax. En él grabé mi
capítulo favorito de una serie llamada "21 Jump Street" (ComandoEspecial). El protagonista de dicha serie era Johnny Depp. Elegí dichocapítulo por la música estridente, los dibujos y la parafernalia
anárquica que rodeaban a Johnny Depp cuando se disfrazó de punk. Parapoder imitar las letras y las siluetas en alto contraste oprimía pause ylos iba dibujando en un papel blanco, luego fotocopié todo, lo coloreé y
lo convertí en portada.Cuando entré a estudiar diseño, me interesé por los textos de historiadel arte que hablaban sobre futurismo, dadaísmo y surrealismo. Me llamómucho la atención la fórmula para escribir un poema dadaísta del rumano
Tristan Tzara. También me interesaron la vida y obra de Hugo ball,Francis Picabia, Marcel Duchamp. Cuando leí sobre la técnica de los Rayogramas de Man Ray se me quitó el sueño. Luego investigué sobre AndyWarhol, Marisol Escobar y la cultura pop. Por ahí llegué a Pablo
Picasso, Rene Magritte y los poemas de Jim Morrison Pink Floyd, SexPistol y la manera de la cultura punk desde la visión de Sid Vicious,Nancy y Johnny Rotten. Con el tiempo llegué a leer a Cioran y Nietzsche.También tuve la suerte de que mi mamá me regalaba plata para coleccionarrevistas de los X-mens de Marvel Comics.
Cuando entré a trabajar como director de arte en Mccann erickson
Venezuela ratifiqué que el Diseñador Gráfico italiano Nedo Mion Ferrariotrabajó en dicha agencia. Desde ahí me interesó investigar sobre él yotros maestros como Larry June, Gerd leufert, Álvaro Sotillo y CarlosCruz diez,
Y bueno muchas de las cosas que he contado parecieran que poco tienen
que ver con tipografía, pero en mi opinión de alguna u otra manera
influyen en el trabajo que hago ahora.
No colégio as matérias em que mais me destaquei foram as relacionadas com desenho e a música. Eu sempre me oferecia e fazia os cartazes e outras peças para as exposições em grupo. As últimas folhas de meus cadernos e a porta de minha casa estavam sempre cheias de tinta, stickers, letras e desenhos. A mesada diária que me davam meus pais para o colégio a guardava para comprar música. Assim trocava com meus amigos meus discos velhos por novos. Passava fins de semana inteiros gravando LPs originais em cassetes. Gostava de reduzir o tamanho das capas LPS ao tamanho das caixas dos cassetes utilizando xerox branco e negro, para logo intervir com cores e forrar as capas com papel contact transparente. A que mais recordo é a que tinha a cruz com caveiras do álbum Appetite For Destruction, do Guns N Roses. Também recordo as de Iron Maiden, Nirvana, Pearl Jam, Napalm Death, Monstrocity, Sepultura, Metallica, Alice Cooper, Ozzy Osbourne, Sacred Reich, Pantera, Sound Garden, The Cure, The Clash, Polla Records, Exploited, Sonic Youth, Def Leppard, Cinderella, Poison, Motley Crue e outros. Meu favorito: uma banda de punk colombiana chamada "Mutantex". Uma das recordações mais gratas que tenho é de quando me ocorreu fazer a capa para um cassete de betamax. Nele gravei meu capítulo favorito de uma serie chamada "21 Jump Street". O protagonista da serie era Johnny Depp. Escolhi o capítulo pela música estridente, os desenhos e a parafernália anárquica que rodeavam a Johnny Depp quando se disfarçou de punk. Para poder imitar as letras e as silhuetas em alto contraste apertava pause e os ia desenhando em um papel branco, logo fotocopiava-o todo, o colori e o converti em portada.
Quando comecei a estudar design, me interessei pelo textos de historia da arte que falavam sobre futurismo, dadaísmo e surrealismo. Me chamou muito a atenção a fórmula para escrever um poema dadaísta do rumeno Tristan Tzara. Também me interesaram a vida e obra de Hugo Ball, Francis Picabia, Marcel Duchamp. Quando li sobre a técnica dos Raiogramas de Man Ray completou-me o sonho. Logo investiguei sobre Andy Warhol, Marisol Escobar e a cultura pop. Por aí cheguei a Pablo Picasso, René Magritte e os poemas de Jim Morrison, Pink Floyd, Sex Pistols e a maneira da cultura punk a partir da visão de Sid Vicious e Nancy & Johnny Rotten. Com o tempo cheguei a ler Cioran e Nietzsche. Também tive a sorte de que minha mãe me dava grana para colecionar revistas dos X-Men da Marvel Comics.
Quando comecei a trabalhar como diretor de arte na Mccann-Erickson Venezuela ratifiquei que o Designer Gráfico italiano Nedo Mion Ferrario trabalhou em dita agencia. Desde então me interessou investigar sobre ele e outros maestros como Larry June, Gerd Leufert, Álvaro Sotillo e Carlos Cruz Diez.
E, bom,muitas das coisas que aqui conto parecerão que pouco têem que ver com tipografia, mas em minha opinião, de alguma ou outra maneira, influem no trabalho que faço agora.
PW
Tipografia dá retorno comercial? Pode-se viver de tipografia na America Latina?
Atualmente ganho a vida desenhando fontes embora o maior crédito que ganho não venha vêm de países latino-americanos. Grande parte das compras vêem de Estados Unidos e Reino Unido. De igual forma outros compradores de minhas fontes estão em Japão, Alemanha, França, Austrália, Áustria, Suíça, Holanda e Canadá. Os lugares mais exóticos de onde recebo compras são Cingapura, Nova Zelândia, Emirados Árabes e Ilhas Caimán, Brasil (3) e Espanha. Dia a dia de todas as partes do mundo há gente que paga por usar minhas fontes. São muito poucas as licenças que tenho vendido na América Latina. Tenho entendido que em países de fala hispânica têm-me comprado algumas licencias em México e Colômbia. Por exemplo, aqui em Bogotá mais de uma pessoa me contatou por telefone e via e-mail pedindo-me que lhes obsequiasse minhas fontes. Quando lhes digo que devem pagar para o uso não voltam a chamar. Eles pensam que adquirir fontes é grátis. Talvez pensem que eu lhes vou dar minhas fontes de graça porque crêem que me estão fazendo um favor usando-as. A meu modo de ver a causa disto é o baixíssimo número de pessoas desenhando e comercializando fontes dentro do nosso continente. Creio que com a proliferacão da Internet e o passar dos anos, seguramente a competência aumentará entre latinoamericanos. Quando isto ocorrer nosso mercado tipográfico será outro e seu valor será maior.
R=/ Actualmente me gano la vida diseñando fuentes pero el
mayor rédito que recibo no viene de países latinoamericanos. Gran
parte de lascompras vienen de Estados Unidos y Reino Unido. De igual
forma otros delos compradores de mis fuentes están en Japón, Alemania,
Francia,Australia, Austria, Suiza, Holanda y Canadá. Los lugares más
exóticos de donde recibo compras son Singapur, Nueva Zelanda, Emiratos
Árabes eIslas Caimán., Brasil y España. Día a día de todas partes del
mundo hay gente que paga por usar mis fuentes. Son muy pocas las
licencias que he vendido en Latinoamérica. Tengo entendido que en
países de habla hispaname han comprado algunas licencias en México y
Colombia. Por ejemplo,aquí en Bogotá más de una persona me ha
contactado por teléfono y vía email pidiéndome que les obsequie mis
fuentes. Cuando les digo que debenpagar por usarlas no me vuelven a
llamar. Ellos piensan que adquirirfuentes es gratis. Quizás piensan que
yo les voy a dar mis fuentes
regaladas porque creen que me están haciendo un favor usándolas. A
mimodo de ver la causa de ello es el bajísimo número de personas
diseñandoy comercializando fuentes dentro de Latinoamérica. Creo que
con laproliferación de Internet y el paso de los años, seguramente lacompetencia aumentará entre latinoamericanos. Cuando esto ocurra nuestromercado tipográfico será otro y su valor será mayor.
PW
De onde vem a inspiração? Suas fontes parecem apontar para tendências diferentes entre si...
A matéria prima para minhas fontes consigo na claridade que me dá a tipografia. A consigo no aparente sem sentido que tem no design. Na improvisação da luz e das sombras que se veêm as quatro da tarde em Bogotá. Nos lugares que tenho visitado na Venezuela e Colômbia. A consigo escutando Nine Inch Nails, Ernie Thompson, Nirvana, Sonic Youth, Atari Teenage Riot, Perroroboto, Suede.. Em uma cotidiana conversação com alguém. Passeando em bicicleta. Ou lendo Cioran, Nietzsche, Barthes, Bourdieu, Freud, Morin ou Peirce. Quando estou caminhando, indo ao cinema, debaixo de um guarda-chuva em meio de um aguaceiro, escutando música ou fotografando a minha família num domingo qualquer. A consigo quando não lha busco. Por exemplo, uma de minhas últimas fontes (Lirrot), a finalizei graças a um amigo bogotano, que é psiquiatra, quando me contou uma interessante historia sobre um de seus pacientes. Esse foi o impulso que me levou a completar esta fonte que mantinha arquivada desde 2001.
Existem outros colegas nos Andinistas (fotos) ?
R=/ Actualmente ANDINISTAS lo conformo solamente, yo. Comenzamos hace
casi 10 años junto con mi amigo Lennyn y mi hermano Jorge. Actualmente
Lennyn se desempeña como Director Creativo en JWT Venezuela. Y mi
hermano Jorge está trabajando tiempo completo para una empresa en Colombia.
4
De onde vem a inspiração? Suas fontes parecem apontar para tendencias
diferentes entre si...
R=/ La materia prima para mis fuentes la he conseguido en la claridad que me da la no tipografía. La consigo en el aparente sinsentido que
tiene el no diseño. En la improvisación de la luz y las sombras que seven a las 4 de la tarde en Bogotá. En los lugares que he visitado enVenezuela y Colombia. La consigo escuchando Nine Inch Nails, Ernie
Thompson, Nirvana, Sonic Youth, Atari Teenage Riot, Perroroboto, Suede,ect. En una cotidiana conversación con alguien. Paseando en bicicleta. O leyendo a Cioran, Nietzsche, Barthes, Bourdieu, Freud, Morin o Peirce.
Cuando estoy caminando, yendo al cine, debajo de un paraguas en medio deun aguacero, escuchando música o fotografiando a mi familia un domingo cualquiera. La consigo cuando no la busco. Por ejemplo una de mis
últimas fuentes (lirrot) la finalicé gracias a que un amigo bogotano quees siquiatra me contó una interesante historia sobre uno de suspacientes. Ese fue el impulso que me llevó a completar esta fuente quetenía archivada desde 2001.
PW
Gostamos muito da Panamericana (2). Poderia explicar sua gênese, sua intenção?
Panamericana é uma família de origem caligráfica com dez estilos diferentes. É uma fonte grunge que se baseia no incremento de erros assinalando a pouca destreza para fazer caligrafia. Foi um processo feito a mão, um trabalho totalmente análogo. Logo vetorizei os traços que mais a faziam brilhar como una fonte “danada”, rota e espontânea. Os dingbats da Panamericana são muito importantes já que são una espécie de adereço muito útil. Estes dingbats se baseiam nessa atmosfera bolivariana e épica que têm Panamericana.
Gostamos muito da Panamericana. Poderias explicar sua genese, sua intenção?
aderezo muy útil. Dichos dingbats se basan en esa atmósfera Bolivariana
R=/ Panamericana es una familia de origen caligráfico con 10 estilos
diferentes. Es una fuente grunge que se basa en el incremento de errores subrayando la poca destreza para hacer caligrafía. Fue un proceso hechoa mano, un trabajo totalmente análogo. Luego vectoricé los rasgos que
más la hacían brillar como una fuente dañada, rota y espontánea. Losdingbats de panamericana son muy importantes ya que son una especie dey épica que tiene Panamericana.

PW
Como enxergas a tipografia na America Latina e no Brasil?
Unicamente me sinto capacitado para opinar sobre os lugares de Venezuela e Colômbia onde tenho vivido. Estudei em San Cristóbal e Mérida. E logo trabalhei como designer gráfico em agencias de publicidade em Caracas e Bogotá. Em minha opinião pessoal as academias que conheci dedicam muito pouca importância à Tipografia como uma assinatura de peso. Por exemplo, em Bogotá, nas palestras que assisti na Bienal Letras Latinas 2006, percebi una grande maioria de designers sumamente interessados por aprender sobre produção tipográfica. Devido a esta experiência, no início de 2007, junto a um grupo de colegas, criamos o grupo de estudo www.tipografico.org. A essência do tipográfico.org é ser um ponto de encontro na Internet onde interessados no tema possam intercambiar e debater opiniões e experiências sobre o design de letras. Nos reunimos uma vez ao mês em algum lugar de Bogotá.
PW
Fale-me sobre seus projetos
Os rascunhos feitos à mão são sempre o ponto de partida para as fontes que faço. Passo uma grande quantidade de tempo experimentando e ensaiando imagens e provas gráficas com minhas fontes antes de expoô-las à luz pública. Não sou fotógrafo mas me apaixona fotografar momentos e coisas com minha câmara digital. Não me considero ilustrador mas gasto varias horas ilustrando análoga e digitalmente. Quem usa minhas fontes têm a possibilidade de escrever enriquecendo graficamente suas idéias com atmosferas diferentes. Em minha opinião minhas fontes servem como gancho para chamar a atenção do espectador.
PW
Tens conselhos para seus colegas menos experientes?
Que sejam seu próprio chefe sendo eles mesmos e fazendo o que mais lhes apeteça. Que trabalhem no que ele querem e não no que lhes digam. Que não percamtempo e energia tratando de parecerem bem aos outros. Se têm metas, que lutem por chegar nelas. Se verem que a a estrategia não funciona, não esmoreçam: busquen uma nova. Que estudem muito os movimentos daqueles que obtêm resultados. As metas têm que comparar-se com os resultados, porque a diferença entre quem fala muito e os que investem tempo em trabalhar, é que quem trabalha obtêm resultados, e, nos negocios, os resultados são os que verdaderamente importam.

Como enxergas a tipografia na America Latina e no Brasil?
R=/ Únicamente me siento capacitado para opinar sobre los lugares deVenezuela y Colombia donde he vivido. Estudié en San Cristóbal y Mérida.
Y luego trabajé como diseñador gráfico en agencias de publicidad enCaracas y Bogotá. En mi opinión personal las academias que conocídedican muy poco a impartir la tipografía como una asignatura de peso.Por ejemplo en cuanto a Bogotá, en las charlas a las que asistí en la
Bienal Letras Latinas 2006 percibí una gran mayoría de diseñadoressumamente interesados por aprender sobre producción tipográfica. Debidoa ello a comienzos de 2007 junto a un grupo de colegas creamos el grupo
de estudio www.tipografico.org la esencia del
tipográfico.org es unpunto de encuentro en Internet donde interesados en el tema podamosintercambiar y debatir opiniones y experiencias sobre el diseño de letras. Nos reunimos una vez al mes en algún lugar de Bogotá.
8
Fale-me sobre seus projetos
R=/ Los bosquejos hechos a mano son siempre el punto de partida para lasfuentes que hago. Paso una gran cantidad de tiempo experimentando y ensayando imágenes y pruebas gráficas con mis fuentes antes de sacarlas
a la luz pública. No soy fotógrafo pero me apasiona fotografiar momentos
desde atmósferas diferentes. En mi opinión mis fuentes sirven comoy cosas con mi cámara digital. No me considero ilustrador pero invierto varias horas ilustrando análoga y digitalmente. Quienes usen mis fuentes
tienen la posibilidad de escribir enriqueciendo gráficamente sus ideas gancho para llamar la atención del espectador.
9Tens conselhos para seus colegas menos experientes?
R=/ Qué traten de ser su propio jefe siendo ellos mismos y haciendo lo que más les guste. Qué trabajen en lo que ellos quieran y no en lo que les digan. Qué no pierdan tiempo y energía tratando de quedar bien con
los demás. Si tienen metas que luchen por llegar a ellas. Si ven que la estrategia no funciona, no se encaprichen. Olvídenla y busquen unanueva. Qué estudien mucho los movimientos claves de quienes obtienen
resultados. Las metas hay que afrontarlas conforme a resultados porque la diferencia entre quienes hablan mucho y los que invierten tiempo entrabajar, es que quienes trabajan obtienen resultados, y en los negocios, los resultados son los que verdaderamente importan.
Lennyn é atualmente Diretor Criativo na JWT Venezuela, e seu irmão Jorge está trabalhando integralmente para uma empresa na Colômbia.
2
Panamericana é a fonte atualmente mais vendida pela Andinistas
3
Bota exótico nisto! (comentário de PW)
Conheça o site de Andinistas
Veja suas fontes em MyFonts.Com
Gostou deste artigo? Leia mais artigos de Paulo W no Marginalia.
|