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Do Alfabeto aos Ambigramas PDF Imprimir E-Mail
Escrito por Paulo W   
martes, 18 de septiembre de 2007

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Desde a época em que a escrita ocidental latina, ou alfabeto latino, teve suas formas quase totalmente definidas pela civilização romana muito de maravilhoso com esta invenção humana foi produzido...

Desde la época en la escritura occidental latina y su alfabeto, tuvo sus formas casi totalmente definidas por la civilización romana. A partir de entonces muchas cosas maravillosas han sido producidas 

 

A tipografia, como a conhecemos hoje, é o apogeu histórico, mas apenas uma das facetas que envolvem a escrita e o alfabeto. Logicamente devemos nos lembrar primeiramente que o alfabeto também é utilizado manualmente pelos cidadãos do mundo inteiro, o que gerou desde o seu princípio histórico certas variações estilísticas de uso, algumas muito singulares, outras mais escolásticas, a que chamamos em seu conjunto caligrafia.

 

  La tipografia como hoy la conocemos, es apenas una de la facetas que envuelven la escritura y el alfabeto. Por supuesto que este es nuestra primera referencia, puesto que es utilizado por todo el mundo, lo que generó desde el principio muchas variaciones, algunas muy singulares, otras más escolásticas, lo que llamanos en su conjunto: Caligrafía


 
 
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Além do uso mais ou menos sofisticado e ornamental do alfabeto através da caligrafia e dos calígrafos – que aliás é prática entre todos os povos e formas de escrita, particularmente notável entre os árabes e os sino-japoneses – podemos encontrar outros usos do alfabeto enquanto expressão de forma e conteúdo nos logotipos da sociedade moderna, muitos dos quais apresentam criativas soluções variantes de um tema, a LETRA, que em mais de dois milênios parece nao se esgotar. De fato, qualquer principiante em nosso ramo sabe que existem mais de 60.000 fontes tipográficas digitalizadas com variações formais entre elas. Se somarmos a este espetacular numero os milhões de logotipos criados por designers, letristas e publicitários mundo afora, veremos que cada caracter de nosso alfabeto pode se apresentar em milhões de formas possíveis. Isto sem citar os “monogramas”, que serão matéria futura aqui, neste espaço.

 Además del uso, mas o menos sofisticado y ornamental del alfabeto a traves de la caligrafía y de los caligrafos, que por lo demás es una práctica de todos los pueblos, siendo notables los chino-japoneses, podemos encontrar otros usos del alfabeto como expresion de forma y contenido en los logotipos de la sociedad moderna, muchos de los cuales presentan creativas soluciones variantes de un tema: LETRA, que en más de dos milenios parece no agortarse. De hecho cualquier principiante en nuestro ramo, sabe que existen mas de 60.000 tipos de fuentes digitalizadas con variaciones formales entre ellas. Si sumamos a este espectacular numero los millones de logotipos credos por diseñadores  por el mundo veremos que cada caracter de nuestro alfabeto puede presentarse en millones de formas posibles. Esto sin citar los "monogramas" que serán materia futura aqui, en este espacio

Como la mente humana siempre los entiende como los fonemas originales, un ejemplo perfecto de la teoria de Nietzche que ejemplifica esta, con "una hoja" de un arbol universal, siempre reconocida como hoja.

La tipografia, hasta hace poco seguia normas muy rigidas de desarrolllo debido a limitaciones técnicas, en este periodo que cito, surgió otro tipo de profesional que podemos llamar de "letrista". Este profesional desarrollaba piezas publicitarias escritas, lo que podemos llamar hoy apropiadamente como: "lettering" lo que podemos reconocer inmediatamente, por ejemplo en rótulos de productos.Muchos diseñadores se ven tarde o temprano con este reto en su profesion por pedido de sus clientes.

Hasta recientemente, no existia, hasta donde yo tenga noticia, otra forma creativa del lettering, que se llama Ambigrama, entreviste al ambigramista Brasilero Clever Faria, que nos explica: 

 

Como a mente humana compreende-os sempre e invariavelmente representando seus fonemas originais é um exemplo talvez perfeito da teoria do esquecimento de Nietzsche, que exemplificava a mesma com “uma folha” de uma árvore universal, sempre reconhecida enquanto folha.

 

A tipografia, até bem pouco tempo, seguia normas muito rígidas de desenvolvimento devido a limitações de ordem técnica. Nesse período que cito surgiu um outro tipo de profissional, assemelhado ao calígrafo, que podemos chamar de letrista. Este profissional desenvolvia escritas publicitárias, que chamamos apropriadamente de “lettering”, as quais podemos reconhecer imediatamente, por exemplo, em rótulos de produtos. Muitos designers gráficos se vêem, cedo ou tarde, em sua profissão, diante do desafio de desenvolver um lettering para um produto ou cliente.

 

Aparentemente até recentemente não existia – ao que eu saiba – uma outra forma criativa do uso do alfabeto e que chama-se “Ambigrama”. Entrevistei o ambigramista e designer gráfico brasileiro Cleber Faria que nos explica:

 

“Ambigrama é uma maneira de representar uma palavra a qual pode ser discernida por mais de um ângulo, sendo a mesma palavra ou uma outra. Eles podem ser de rotação 180º, 90º, espelhado ou negativo e positivo. A palavra é submetida por uma série de transformações com o intuito de mantê-la sempre legível.

 

Ambigrama, portanto, seria a palavra ambígua que permite mais de uma leitura, dependendo do ponto de vista do leitor."

 

O termo ambigrama teve sua origem com base em conversações que Douglas Hofstadter  teve com um pequeno grupo de amigos em Boston, em 1983-84. Este termo não poderia ser atribuído a um único autor, pois sua descoberta foi coletiva, segundo Douglas, mas sua participação na criação desta palavra certamente foi mais importante do que ele modestamente aceita reconhecer. Do ponto de vista da pureza etimológica, a palavra ambigrama é híbrida, pois une o radical latino ambi, de ambíguo, com o radical grego grama, de escrita. É muito apropriado que sua própria denominação já contenha a ambigüidade a que ela se refere.”

 

Exitem dois mestres os quais admiro muito e que me incentivaram a começar nesta arte, são eles John Langdon e Scott Kim, sendo que o primeiro ficou bastante conhecido por criar os ambigramas para o livro Anjos e Demônios de Dan Brown.

 

Hoje existe uma infinidade de blogs sobre o assunto com diversos artistas expondo seus trabalhos, no Brasil são raros os bons ambigramistas, talvez dê pra contar nos dedos. Mas no mundo inteiro pode se encontrar excelentes profissionais.

 

Eis alguns livros, escritos por verdadeiro mestres no assunto: Inversions, de Scott Kim; Wordplay, de John Langdon; Ambigrammi, de Douglas Hofstadter e Les Ambigrammes, de Burkard Polster, para citar poucos”


 

“Ambigrama es una manera de representar uma palabra que puede ser discernida por mas de um angulo, siendo la misma palabra o  otra. Estos pueden ser de rotación 180º, 90º, espejado o negativo y positivo. La palabra es sometida por una série de transformaciones con el objetivo de mantenarla siempre legíble.

 

Ambigrama, portanto, seria la palabra ambígua que permite mas de uma lectura, dependiendo del punto de vista del lector."

 

El termino ambigrama tuvo su origen com base em conversaciones que Douglas Hofstadter  tuvo com un pequeño grupo de amigos en Boston, en 1983-84. Este termino no podria ser atribuido a un único autor, pues su descubrimiento fue coletivo, segun Douglas, mas su participación en la creación de esta palabra ciertamente fue mas importante de lo el modestamente acepta reconocer. Desde el punto de vista de la pureza etimológica, la palabra ambigrama es híbrida, pues une el radical latino ambi, de ambíguo, com el radical griego grama, de escrita. Es más apropriado que su propia denominación ya contenga la ambigüidad a que ella se refiere.”

 

Exitem dos maestros los cuales admiro mucho y que me incentivaron a comensar en esta arte, son elles John Langdon e Scott Kim, siendo que el primero quedo bastante conocido por crear los ambigramas para el libro Angeles y Demónios de Dan Brown.

 

Hoy existen una infinidad de blogs sobre el asunto con diversos artistas exponiendo sus trabajos, en Brasil son raros los buenos ambigramistas, tal vez podemos contarlos con los dedos. Pero en el mundo entero se pueden encontrar excelentes profesionales.

 

Aqui algunos libros, escritos por verdaderos maestros en el asunto: Inversions, de Scott Kim; Wordplay, de John Langdon; Ambigrammi, de Douglas Hofstadter y Les Ambigrammes, de Burkard Polster, para citar algunos”

 
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katherine_eduarda_180graus
 
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  Conheça o trabalho de Cleber Faria aqui

 

Outros sites de ambigramistas

 

John Langdon

Scott Kim 

Jonathan Gough

Alberto Portacio 

Jordi Serra

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