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    Design, marcas e consumo - Texto com filósofo Gilles Lipovetsky PDF Imprimir E-Mail
    Escrito por Peterson Trindade Sitônio   
    miércoles, 31 de enero de 2007

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    Uma entrevista com o filósofo Gilles Lipovetaky sobre produtos de luxo e como o design contribui para exacerbar e vender, às vezes mais do que a própria funcionalidade, emoção.  

    Una entrevista con el filósofo Gilles Lipovetaky sobre productos de lujo y como el diseño contribuye a exacerbar y vender, a veces más que por la funcionalidad, por la emoción. 

     "Ícone máximo do luxo é comprar emoções, não produtos", diz filósofo Gilles Lipovetsky

    Icono máximo del lujo es comprar emociones no productos dice el filósofo.


    CAROLINA VASONE
    UOL Moda

    O que você considera o símbolo máximo do luxo? Um helicóptero particular avaliado em US$1 milhão para olhar, literalmente de cima, o congestionamento das seis da tarde na cidade? Um guarda-roupa completo recheado com as marcas mais caras e famosas do mundo? Ou uma mansão em Paris, outra em Londres e uma mais adiante em Nova York? Nada disso. Para o filósofo francês Gilles Lipovetsky, 61 anos, o atual ícone máximo do luxo é conseguir "comprar" emoções.

    ¿Que considera usted el simbolo máximo del lujo? Un helicóptero particular evaluado en un millón de dólares, para ver desde arriba los trancones de la ciudad a las 6 pm? Un guardarropa completo relleno con las marcas mas caras y famosas del mundo? O una mansión en París y despues otra en Nueva York? Nada de eso, Para el filósofo  frances Gilles Lipovetsky, 61 anos, el actual ícono máximo es conseguir comprar emociones.

    Autor do recém-lançado livro "O Luxo Eterno - Da Idade do Sagrado ao Tempo das Marcas" e do clássico sobre moda "O Império do Efêmero" (ambos da Companhia das Letras), Lipovetsky enumera como luxuosas, aquisições que passam bem longe daquilo que se pode comprar e guardar num cofre. O sul-africano Mark Shutleworth, que em 2002 pagou US$ 20 milhões para passar dez dias numa estação espacial, seria a maior representação desse "luxo moderno". Ou "hipermoderno", como Lipovetsky define nossos tempos (é também de sua autoria "Os Tempos Hipermodernos", editora Barcarolla).

    Autor del libro, "El Lujo Eterno - De la edad de lo sagrado al tiempo de las marcas" y del clásico sobre moda "El imperio de lo efímero" Lipovetsky enumera como lujosas, adquisiciones que pasan bien lejos de aquello que se puede comprar y guardar en una caja fuerte. El sulrafricano Mark Shutleworth, que en 2002 pagó US$ 20 millones para pasar diez días en una estación espacial, seria la mayor representación de ese "lujo moderno". O "hipermoderno", como Lipovetsky define nuestros tiempos (es también de su autoria "Los Tiempos Hipermodernos", editora Barcarolla)

    De passagem pelo Brasil para divulgar seus pareceres sobre o luxo, o filósofo participou de várias palestras - a última delas uma mesa redonda realizada na última quarta (24) em Passo Fundo (RS), na 11ª Jornada Nacional de Literatura. Visitou ícones do luxo nacional, como a Daslu, e não se impressionou. Afirmou ainda que o grande problema não está no luxo, mas na educação. "É preciso armar os jovens para que possam encontrar um sentido para a existência que não seja unicamente ir à Daslu e comprar tal ou tal marca", disse, em entrevista exclusiva ao UOL Moda, no último sábado (19), quando falou para estudantes de moda e o público em geral no Sesc Pompéia (SP), dentro da programação da "Mostra Sesc de Artes - Mediterrâneo".

    A seguir, leia trechos da entrevista, em que Lipovetsky fala sobre o luxo do passado, o que ele significa hoje, seu peso em países como o Brasil e o futuro "sensorial" do que pode ser considerado realmente luxuoso na vida contemporânea. 

    De paso por Brasil para divulgar sus opiniones sobre el lujo, el filósofo participó de varias conferencias - la última de ellas una mesa redonda realizada en la 11ª Jornada Nacional de Literatura. Visitó iconos de lujo nacional, como la tienda de Sao Paulo: Daslu, y no se impresiono. Afirmo tambien que el gran problema no está en el lujo, como en la educación. "És preciso armar a los jovenes para que puedan encontrar un sentido para la existencia que no sea unicamente ir à Daslu y comprar tal o tal marca", dice, en entrevista exclusiva a UOL Moda, el último sábado (19), cuando habló para estudiantes de moda y el público en general en el Sesc Pompéia (SP), dentro de la programacion de la "Mostra Sesc de Artes - Mediterrâneo"


    A continuación lea segmentos de la entrevista, en que Lipovetsky habla sobre el lujo del  pasado, lo que significa hoy, su peso en países como  Brasil y el futuro "sensorial" del que puede ser considerado realmente lujoso en la vida contemporânea.


    UOL Moda: O senhor visitou a Daslu na semana passada. No Brasil, ela é considerada um grande ícone de luxo e de ostentação. O que o senhor achou do que viu?

    Gilles Lipovetsky: Vi o equivalente à Daslu em outros países, o que chamamos de megastore de luxo. Existem em Paris, em Tóquio são muito bonitas, criativas, parecidas mas melhores que a Daslu, porque lá há uma criação com um verdadeiro arquiteto. A Daslu é uma mistura de luxo com hipermercado, porque não é de uma marca, tem tudo o que você quiser - carros, helicóptero, relógios -, o luxo com uma arquitetura que quer ser chique, quer ser histórica, mas é falsa, porque não há qualquer criação. É aí que está o problema, aí sentimos que é realmente marketing. O luxo é marketing, claro, mas em outros países se tem realmente uma impressão (de luxo) forte, e quando vemos a Daslu dá mais a sensação de um mercado, como um "duty-free".A Daslu tem cheiro de marketing, e isso não me causa uma verdadeira emoção. É uma fórmula que mostra o grande potencial do mercado de luxo no Brasil, mas o resultado não é suficientemente criativo. Eles quiseram dar uma imagem de respeitabilidade com o neoclássico. Creio que deveriam ter jogado com a criatividade hipermoderna, chamar o maior arquiteto do mundo, aí teria sido fantástico, seria como o luxo dos reis de antigamente, que faziam construções magníficas para a cidade.

    UOL Moda: Usted visito la tienda de alto lujo: Daslu la semana pasada. En Brasil, ella es considerada un gran ícono del lujo y la ostentación. Como le pareció?

    Gilles Lipovetsky: Vi el equivalente a Daslu en otros países, lo que llamamos de megastore de lujo. Existen en Paris, en Tóquio son muy bonitas, creativas, parecidas pero mejores que la Daslu, porque allá son creaciones de un verdadero arquitecto. La Daslu es una mezcla de lujo con hipermercado, porque no es de una marca, tiene todo lo que quiera - carros, helicóptero, relojes -, el lujo con una arquitectura que quiere ser chique, quiere ser histórica, pero es falsa, porque no tiene ninguna creatividad. Es ahi que está el problema, entonces se nota que es  realmente marketing. El lujo es marketing, claro, pero en otros países se tiene realmente una impresión (de lujo) fuerte, y cuando vemos al Daslu da mas la sensación de un mercado, como un "duty-free".La Daslu tiene aroma de marketing, y  eso no me causa una verdadera emoción.  Es una fórmula que muestra el grand potencial del  mercado de lujo en Brasil, pero el resultado no es suficientemente creativo. Ellos quisieran dar uma imagen de respeitabilidade con lo neoclássico. Creo que deberian haber jugado con la creatividad hipermoderna, llamar al mayor arquitecto del mundo, habría sido fantástico, seria como el lujo de los reyes de antiguamente, que hacian construcciones magníficas para al ciudad
    UOL Moda: Na opinião do senhor, então, a Daslu não é luxuosa?

    Gilles Lipovetsky: A Daslu não é uma grande obra de criação, é uma cópia, e o luxo não é uma cópia, é o original. Proponho que eles criem outro conceito, que na próxima vez façam uma reflexão maior sobre o que pode significar o luxo hoje na cidade, o que é uma arquitetura ligada ao luxo. Creio que lá não existe qualquer intenção. Eles pegaram uma fórmula pronta, uma fórmula que serve para tudo, para templos, castelos. Isso é para a Disneylândia. Na Daslu, a comunicação e a arquitetura não estão de acordo com a imagem do luxo.

    UOL Moda: Entonces en suopinión la Daslu no és lujosa?

    Gilles Lipovetsky La Daslu no destaca por su creatividad, es una copia, y lo que es lujo, no es copua, es lo original. Les propongo a ellos que creen otro concepto , que la proximas vez hagan una reflexión mayor sobre  lo que puede significar el lujo hoy en la ciudd, lo que es una arquitectura ligada al lujo. Creo que allá no existe cualquier intención. Ellos tomaron una formula lista, una formula que sirve para todo, para templos, castillos. Esto es para Disneylandia. En la Daslu, la comunicación y la arquitectura no están de acuerdo con la imagen del lujo

    UOL Moda: O senhor acha que o luxo ganha um papel diferente em países com mais desigualdade social como o Brasil?

    Gilles Lipovetsky: No momento o luxo prospera enquanto há muita pobreza - é quase a lei da história, sempre foi assim. Luís 14 mandava construir os castelos enquanto os camponeses morriam de fome. Vocês estão numa situação quase clássica. Isso não é novo, o que há de novo é que isso se reforça, não se reduz muito. Não existem mais espaços públicos, há somente somas de espaços privados, como os condomínios residenciais, por exemplo. Mas não é o luxo que cria isso. Nos países escandinavos existe o luxo, não é um problema, eles têm belos carros, belas casas, o luxo não é o responsável por isso, mas sim o mundo econômico, a maneira como regulamos ou não a economia. Penso que não podemos voltar ao tempo passado, mas num mundo em que certas empresas têm um volume de negócios superior ao de alguns países inteiros, como se fossem uma potência.... A potência tem mais deveres. Como na antigüidade, os ricos tinham uma obrigação de servir à cidade, e construíram os circos, os templos, porque tinham que fazer isso, não simplesmente arranha-céus para seus escritórios.

    UOL Moda: No le parece que el lujo gana un papel diferente en países con mas desigualdad social como  Brasil?

    Gilles Lipovetsky. Actualmente el lujo prospera mientras hay mucha pobreza, y casi es la ley de la historia, siempre fue así. Luis XIV mandaba construir los castillos mientras los campesinos se morian de hambre. Ustedes en una situación casi clásica. Esto no es nuevo, lo que hay nuevo, lo que se reforza no se reduce mucho. No existen más espacios públicos. Hay solo la suma de espacios privados, como los condominios residenciales, por ejemplo. Pero no es lujo que crea eso. En los paises escandinavos existe el lujo, no es un problema, ellos tienen lindos carros, bellas casas, el lujo no es el responsable por eso, pero si el mundo económico, la manera como regulamos la economía. Pienso que no podemos volver al pasado, pero en un mundo en que ciertas empresas tienen un volumen e negocios superior al de algunos países enteros, como se fuesen una potencia... La potencia tiene más deberes. Como en la antiguedad, los ricos tenían la oblicación de servir a la ciudad, y construian los circos, los templos, porque tenían que hacer eso, no simplemente rascacielos para sus oficinas

    UOL Moda: O senhor disse, durante a palestra (do último sábado, 19/08), que era bobagem considerar o luxo supérfluo. O luxo não é supérfluo? Por que?

    Gilles Lipovetsky: Eu disse que o luxo não era supérfluo na escala da história. Em sociedades de outros tempos era uma questão de estrutura. O que acontece hoje é que não temos mais muitos sonhos. Por isso, o consumo para muitas pessoas funciona como um sonho, de beleza, de coisas de qualidade, de estética, de felicidade, de distanciamento. O homem é um consumidor, mas não é só isso. O homem não foi feito só para consumir, ele também foi feito para criar, para progredir, para melhorar. O consumo é muito bom, mas não pode preencher a vida. Se não há outro valor além do consumo, é muito triste. Não é supérfluo, é triste.

    UOL Moda: Usted afirmó en su conferencia , que era una bobada considerar el lujo supérfluo. O lujo no es supérfluo? Por que?

    Gilles Lipovetsky: Yo dije que el lujo no era supérfluo en la escala de la historia. En sociedades de otros tiempos era una cuestión  de estructura, lo que pasa hoy es que no tenemos muchos más sueños. Por eso el consumo para muchas personas funciona como un sueño , de belleza, de cosas de calidad, de estética, de felicidad, de distanciamiento. El hombre es un consumidor pero no es solo eso. EL hombre fue hecho no solo para consumir, fue hecho también para crear, para progresar y mejorar. El consumo es muy bueno, pero no puede llenar la vida, si no hay otros valores, además del consumo es muy triste, no es superfluo, es triste.

    UOL Moda: E qual seria uma alternativa para brecar este consumo desenfreado?

    Gilles Lipovetsky: Se você quiser entender o problema do futuro hoje é preciso ir além da visão moral do luxo e ver a civilização que queremos e estamos preparando. É preciso armar os jovens para que possam encontrar um sentido para a existência que não seja unicamente ir à Daslu e comprar tal ou tal marca. Creio que também é preciso centrar os problemas na educação, na escola, aí temos desafios na minha opinião mais difíceis que o luxo. O verdadeiro problema não é o luxo, é a educação.

    UOL Moda: Y cual seria una alternativa para parar este consumo desenfrenado?
    Gilles Lipovetsky: Si usted no quiere entender el problema del futuro hoy es ir más alla de la visión moral del lujo y ver al civilización que queremos y estamos preparando. Es necesario armar a los jovenes para que puedan encontrar un sentido para la existéncia que no sea unicamente ir a Daslu y comprar tal o tal marca. Creo que tambiém es preciso centrar los problemas en la educación, en la escuela, ahí tenemos desafios en mi opinión mai difíciles que el lujo. El verdadero problema no es el lujo, es  la educación


    UOL Moda: Pensando nas diferentes formas que o luxo adquirio, qual seria o maior ícone de luxo atual? Gilles Lipovetsky: Na minha opinião, o luxo supremo foi esse sul-africano (Mark Shutleworth), que gastou US$ 20 milhões para passar dez dias numa estação espacia (em 2002). Hoje, creio que o grande ícone do luxo é alguém gastar uma soma considerável unicamente por sensações. Não resta nada, não há nem mesmo um produto, ele fez algo unicamente para sentir. É um luxo emocional extremo, mas evidentemente nada democrático (risos). É um luxo de milionário e creio que emblemático porque acredito que o futuro do luxo é esse: termos cada vez mais emoções substituindo produtos.

    UOL Moda: Pensando en las diferentes formas que el lujo adquirio, qual seria el mayor ícone del lujo actual?

    Gilles Lipovetsky: En mi opinión el lujo  supremo fue el de ese sur-africano (Mark Shutleworth), que gasto US$ 20 millones para passar diez dias en una estación espacial (en 2002). Hoy, creo que el gran ícone del lujo es alguien que gasta una suma considerable unicamente por sensaciones. No queda nada, ni siquiera un  producto, el hizo algo unicamente para sentir. Es um lujo emocional extremo, Pero evidentemente nada democrático (risas). Es un lujo de millonário y creo que emblemático porque creo que el futuro del  lujo es ese: terminos cada vez mais emociones substituyendo productos. 


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